37| Fealq financia obras e promove benfeitorias no câmpus

Apoio permitiu criação de centros de pesquisa

Desde que foi fundada, a Fealq foi parceira de professores e pesquisadores, apoiou a realização de projetos e ofereceu respaldo para muitas atividades de alcance social. Mas isso não foi tudo. Nos primeiros anos de atividade, a Fealq promoveu inúmeras benfeitorias na Esalq. Realizou novas edificações, fez ampliações de prédios, reformas, recuperações e adaptações de muitas instalações do câmpus, em benefício de todos os departamentos da universidade. 

Diretor da Fealq durante 16 anos (de 1977 a 1993), o professor Joaquim José de Camargo Engler participou ativamente desse processo. Grande executor, contribuiu diretamente para a realização dessas obras que permitiram a criação de importantes centros de pesquisa e prestação de serviços no câmpus. Diretor da Esalq de 1982 a 1986, Engler sabia bem que a situação orçamentária da universidade era bastante apertada, e muitas edificações seriam inviáveis na ocasião sem o auxílio da Fealq.

Entre as que merecem destaque está a reforma geral, que incluiu a troca do telhado do Edifício Central e, em especial, do terceiro pavimento, que não tinha condições de uso. Para melhor acesso a esse ambiente, foi feita a instalação de um elevador. E o que era apenas um “salão” ganhou divisões e se transformou em salas específicas para os Gabinetes do Diretor, do Vice-diretor, da Secretaria e Recepção ao público. 

Com a mudança da Diretoria da Esalq para o pavimento reformado, foram feitas adaptações no térreo para a instalação da Prefeitura do câmpus. Aliás, a Esalq só conquistou um orçamento para o câmpus diferente do orçamento da pesquisa e extensão, como já ocorria em outras cidades, a partir de 1985. Os professores lutaram muito para que isso ocorresse. Engler foi o primeiro prefeito do câmpus.

No Edifício de Engenharia, além de reformas gerais, em especial no auditório, foi feito um mezanino que ampliou a área construída desse prédio em 2 mil metros quadrados. A Fealq contribuiu, ainda, com obras de instalações laboratoriais paro CEBTEC, Cepea e Horto de Plantas Medicinais. Sem contar a reforma e adaptação de antigas residências, a princípio ocupadas por docentes, para a instalação do Ciagri (Centro de Informática do câmpus), da “Casa de Hóspedes” — para receber professores e pesquisadores de outras instituições - e da creche, reivindicação antiga de funcionários e professores.

Todas essas ações contribuíram, direta ou indiretamente, para a fluência do ensino, pesquisa e extensão. A parceria entre Fealq e Esalq sempre foi forte. O início das atividades da Fundação se deu com grande apoio da direção da Esalq, que disponibilizou uma das casas para ser a primeira sede da Fundação. As instalações precárias foram reformadas e transformadas em um prédio confortável e adequado para atividades. 

Com tantas obras executadas, a Fealq conseguiu, naquela época, mostrar um pouco do que poderia ser uma entidade que facilitaria a vida do docente e do pesquisador da Esalq. A manutenção do câmpus foi apenas uma parte — importante, é certo — do tanto que uma fundação como a Fealq poderia realizar em apoio ao desenvolvimento da ciência.

 

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